redes sociais

Postado em 19 de julho de 2012 por Carlos Eduardo Moura

Alejandro, o leão de pelúcia mais querido de Campinas e região, tem cantado e encantado por com seu charme contagiante. Mascote da Happy Hour Comunicação, ele surge às sextas-feiras nas redes sociais da agência de comunicação, que presta serviços de assessoria de imprensa e marketing de conteúdo.

A definição de Alejandro como mascote e seu uso nas mídias sociais tem um propósito claro: agregar valores como bom humor e inovação à empresa.

Em suas aventuras, Alejandro já fez um amigo – o cachorro Sans, também de pelúcia –, bebeu muita cerveja, dançou quadrilha na festa junina, fez reuniões de pauta com o pessoal da agência, trabalhou really hard e até foi disputado no Dia dos Namorados por belas galegas.

Sua mais recente aventura aconteceu semana passada, mais especificamente em 13 de julho, Dia Mundial do Rock. Alejandro se transformou em um rockstar em frente às lentes e gravou um clipe exclusivo! Acompanhe-o no Facebook e pelo Twitter.

Alejandro no café da tarde

Alejandro informadoAlejandro rockstarAlejandro junino

Postado em 02 de março de 2012 por Carlos Eduardo Moura

 

homehunters: novo cliente da Happy Hour

A homehunters, uma das mais importantes empresas imobiliárias de Campinas e região, é a mais nova integrante da carteira de clientes da Happy Hour Comunicação. A empresa passa a contar a partir de agora com a assessoria da agência para as redes sociais.

Este é um passo importante da empresa, reconhecida por sua credibilidade, seriedade e profissionalismo de seus serviços de vendas, locação e lançamentos imobiliários. Ficamos muito satisfeitos em contribuir para que a homehunters se lance nas redes sociais e passe a atuar nelas com o mesmo sucesso que tem obtido no mercado imobiliário de Campinas e região.

Nossa equipe já está trabalhando para que o resultado nas redes seja o melhor possível.

A homehunters terá um perfil no Twitter, utilizado por cerca de 33 milhões de brasileiros, e uma nova fanpage no Facebook, a rede social que mais cresce no Brasil, onde estão hoje mais de 37 mil brasileiros.

Além dos perfis nas redes sociais, a Happy Hour Comunicação será a responsável pela criação e atualização do blog da Homehunters.

A homehunters é especializada em encontrar imóveis personalizados para cada perfil de cliente. A homehunters tem três unidades em Campinas (no Cambuí, Barão Geraldo e Nova Campinas), além de unidades em Sumaré e Indaiatuba.

Postado em 08 de setembro de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Na última edição do jornal do Sescon Campinas, material produzido pela Happy Hour Comunicação (veja mais sobre revistas corporativas), abordamos as mídias sociais como importante ferramenta de marketing para as empresas de contabilidade.

Abaixo segue a matéria na íntegra. Para ver o arquivo em PDF: A contabilidade nas mídias sociais

Capa

A contabilidade na era da mídia social

Como sindicatos, escritórios e editoras estão utilizando a internet em busca de divulgação

Houve uma época em que conseguir informações sobre o mundo contábil era extremamente difícil. Os meios de divulgação não eram muitos, demoravam a chegar e nem sempre respondiam as dúvidas de contadores. Esse período de escassa divulgação de dados acabou.  

Na época de popularização de redes sociais como o Twitter, o Facebook e o LinkedIn, a informação surge na tela a todo momento. Mais do que isso, os sites, se bem usados, se transformam em poderosas ferramentas de marketing, que podem impulsionar negócios.

Diz o senso comum que a contabilidade é um assunto espinhoso e pesado. Nesse caso, seria difícil que redes sociais fossem uma via de publicação de informações contábeis. A realidade, porém, se encarrega de demonstrar o contrário.

Os perfis relativos à contabilidade, no Twitter, são diversos (veja quadro). Parte deles tem mais de 3 mil seguidores. É uma quantia significativa para um assunto que, embora seja cada vez mais importante nas empresas, não é popular. 

Um escritório de contabilidade em Campinas que faz uso das redes sociais com êxito é o Project Business. Para o sócio-proprietário, Antônio Carlos da Silva, “atualmente não se pode prescindir do uso desse tipo de mídia”. 

A Project Business tem um perfil no LinkedIn no qual aparecem o currículo resumido de Silva e os grupos e associações da empresa. No LinkedIn, a Project Business tem mais de 500 conexões, com outras empresas e profissionais. O perfil no site não exige que o usuário o atualize diariamente, o que facilita a manutenção.

“A contabilidade é um instrumento de gestão indispensável para qualquer empresa e o interesse pela ciência contábil é cada vez maior. Isso facilita a disseminação de informações”, afirma José Maria Chapina Alcazar, presidente do Sescon-SP.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, que trabalha com comunicação corporativa e mídias sociais, os perfis de Twitter que mais se destacam são aqueles que não falam o jargão clássico. “Eles utilizam uma linguagem clara, acessível, que cria empatia com um público maior”, acredita.

Poder de influência

O poder de influência das mídias sociais tem se tornado tão grande que há profissionais que afirmam que a mídia tradicional, como jornais e revistas, se tornou ultrapassada frente a necessidades dos escritórios de contabilidade.

“Uma empresa que conte com uma agência que saiba trabalhar corretamente e com método em mídias sociais tem uma proposta mais inteligente do que a que investe em mídias tradicionais”, diz Tatiana Pezoa, da C2CBalloon, outra empresa a trabalhar com novas mídias. Para Moura, “não vale muito a pena um escritório de contabilidade investir em mídias tradicionais. É muito mais interessante a própria empresa fazer o seu próprio canal de comunicação”.

É verdade, entretanto, que, dependendo do tamanho da corporação, a mídia tradicional ainda é interessante. “As mídias tradicionais são e serão sempre eficazes”, reflete Alcazar. “Mas não se pode desprezar o poder de disseminação e de comunicação das mídias sociais, que tendem a aumentar gradualmente”, complementa.

Ferramenta de marketing

Os escritórios e sindicatos de contabilidade têm utilizado as mídias sociais também como ferramenta de marketing.

O Sescon-SP é um dos sindicatos que melhor utilizam o Facebook. São 4 perfis, cada um voltado a uma necessidade específica. O perfil da Unisescon se dirige aos cursos da universidade e o do Sescon Solidário é para ações beneficentes. Há ainda o próprio perfil do órgão e o voltado ao PQEC (Programa de Qualidade das Empresas Contábeis). 

Tanto Moura quanto Pezoa acreditam que a busca por novos clientes é uma vantagem da utilização das mídias sociais. “Mas leva-se algum tempo. Uma campanha para apresentar resultados de vendas leva até 9 meses”, afirma Pezoa. Para Moura, “o trabalho deve ser feito com persistência e olhando-se para o longo prazo. O resultado não surge do dia para a noite”. 

A Editora Portal Tributário, por exemplo, tem realizado esse trabalho com competência. “Nosso objetivo nas redes sociais é a atualização profissional de nossos clientes, que nos escrevem dizendo que obtiveram resultados com a ajuda dos perfis”, afirma a assessoria de imprensa. A editora comanda 4 perfis no Twitter (@normaslegais, @guiatrabalhista, @guiacontabil e @guiatributario) e além disso está presente no Facebook. 

Vantagens de um perfil próprio

Um escritório de contabilidade que queira ter o seu próprio perfil no Twitter ou Facebook deve ter bem claro o seu objetivo. Se souber trabalhar com as mídias, em relação a conteúdo postado ou medições de retorno, tem como iniciar o trabalho por conta própria. 

Caso contrário, o ideal é procurar uma agência de comunicação que detenha o conhecimento necessário para que um perfil não seja uma perda de tempo.

Não são poucas as vantagens de um perfil próprio em uma conta como o Facebook ou o LinkedIn. Ele permite demonstrar que a empresa detém grande conhecimento sobre o assunto com o qual trabalha, que está atualizada com as últimas notícias da área, que é confiável e sólida.

“Uma empresa de contabilidade pode ajudar empresários que estão iniciando ou responder dúvidas de empresários sobre, por exemplo, como pagar menos impostos”, afirma Moura.

Pezoa dá a dica: “As pessoas só se interessam e seguem marcas se elas agregam valor a suas vidas”. Ela recomenda que os escritórios publiquem informações sobre impostos, imposto de renda, assuntos voltados a micro e pequenas empresas, aposentadoria e dúvidas sobre registros de funcionários.

Moura também indica que não adianta criar um perfil nas redes sociais e atualizar de vez em quando. “Nesse quesito, frequência é fundamental”.

Facebook, Twitter ou LinkedIn?

A primeira escolha após a decisão de investir em mídias sociais é em relação ao site em que o perfil será feito. No caso dos escritórios de contabilidade, muitos acabam por preferir montar um perfil no Facebook, porém sem fazer atualizações constantes. O resultado, em geral, é que são poucos os seguidores e o resultado, em termos de vendas, é pífio.

Para Carlos Eduardo Moura, da Happy Hour Comunicação, o ideal talvez seja começar pelo LinkedIn ou pelo Empreendemia. O LinkedIn é a maior rede de contatos profissionais do mundo e o Empreendemia se constitui em uma rede voltada a empresas (sobretudo micro e pequenas). Depois, partir para o Facebook e o Twitter.

10 perfis para seguir no Twitter

  • @guiacontabil (contabilidade e escrituração)
  • @rfbrasil (Receita Federal do Brasil)
  • @contabilidade (contabilidade e auditoria)
  • @guiatributario (atualização tributária)
  • @RedeRNC (rede nacional de contabilidade)
  • @fipecafi (pesquisas e cursos)
  • @classecontabil (consultoria gratuita)
  • @CVMEducacional (Comissão de Valores Mobiliários)
  • @forumcontabeis (notícias sobre contabilidade)
  • @contabnatv (contabilidade na TV)

O que são mídias sociais

As mídias sociais são sites na internet que reúnem pessoas e empresas. Cada pessoa/empresa detém um perfil, que nada mais é do que uma página contendo informações sobre o seu autor. Nas mídias sociais, trocam-se informações, fotos, vídeos, mensagens e qualquer outro tipo de informação digital.

Entre os sites mais conhecidos estão o Twitter, o Facebook e o LinkedIn. Cada um deles possui uma forma de uso e um design diferenciado. O Twitter é um micro-blog (“diário”) que permite que o usuário mande textos com até 140 caracteres para seus seguidores. No Facebook, os usuários criam perfis com suas fotos e listas de preferência, trocando mensagens privadas e públicas (no caso de empresas, criam-se páginas corporativas). O LinkedIn, por sua vez, é voltado principalmente a expor perfis profissionais.

Postado em 11 de abril de 2011

No último final de semana dois membros da Happy Hour, eu e a Vânia, fomos a São Paulo participar do curso Marketing para Jornalistas e Assessores de Imprensa.

Marcelo Miyashita começou falando sobre marketing, na sexta. No sábado, Bruno Mello, do Mundo do Marketing, palestrou sobre empreendedorismo; Solange Guimarães falou sobre oportunidades na comunicação empresarial e Reinaldo Cirilo mostrou como blogs e redes sociais podem ser ferramentas do jornalismo.

Não é jabá, mas indicamos este curso aos colegas interessados. E quem não for da área, pode procurar treinamentos sobre redes sociais e marketing, que são assuntos bem interessantes e atuais, e podem ser aplicados em vários segmentos (sem contar o networking que fizemos com pessoas de Cuiabá, Belém e de Sampa mesmo).

Logo colocaremos links sobre o conteúdo apresentado.

Saindo do campo educacional, o hotel ficava a trinta minutos de caminhada do local do curso. Vimos todos os tipos de pessoas, carros, prédios e bancas de revistas. Ou seja, uma experiência completa.

Postado em 21 de março de 2011

Hoje o Twitter faz 5 anos. No começo era menos do que a ferramenta que hoje conhecemos bem, uma espécie de microblog - como é conhecido até hoje. As pessoas postavam o que estavam fazendo, como "indo ao trabalho", ou "saindo do banheiro", talvez "ansioso pela prova de hoje".

Mas evoluiu, tal como blogs (a princípio, apenas um diário virtual), Flickrs (lembra do fotolog? Então, no começo era apenas para serem postados trabalhos fotográficos e virou books pessoais) e até o Facebook (não preciso contar a história, não é?).

Atualmente, é uma importante ferramenta de comunicação, disseminação de ideias, produtos e serviços. Basta ver que muitas empresas, inclusive a Happy Hour, utilizam a ferramenta frequentemente.

Happy Birthday from Happy Hour!

Postado em 20 de agosto de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Reproduzo abaixo entrevista feita com Marcelo Miyashita, professor e especialista em marketing de relacionamento, publicada no boletim de agosto do Sescon Campinas, produto editorial produzido pela Happy Hour.

Entrevista bastante interessante. 

Marcelo Miyashita No processo de construção de relacionamento e networking, não existe fórmula mágica para se desenvolver socialmente, mas sim uma mistura de atributos comportamentais e conhecimento adquirido. Além disso, deve-se, em um relacionamento, entregar mais do que receber.

É o que afirma Marcelo Miyashita, professor e especialista em marketing de relacionamento, que falou com exclusividade ao Boletim Sescon Campinas.

Como desenvolver os atributos necessários para bons relacionamentos sociais e profissionais?

Um dos atributos é a questão comportamental. São as atitudes das pessoas frente ao seu dia a dia e seu comportamento no convívio social. Neste aspecto, o desenvolvimento é longo e, inclusive, faz parte da nossa missão como seres humanos: sermos seres sociais, capazes de conviver em grupo e em sociedade. A questão social é bem mais preocupante do que a questão do networking e das relações profissionais e pode ser desenvolvida tornando-se uma vantagem em qualquer tipo de relação, inclusive nas relações profissionais.

Como as pessoas podem criar e gerenciar uma rede de contatos de maneira assertiva, sem parecer chato ou interesseiro?

O primeiro passo é ter consciência do seu patrimônio social. Ou seja, quem nós conhecemos, mantemos contato e temos relações profissionais. Por incrível que pareça, conhecemos muitas pessoas; porém, não lembramos da maioria, só dos mais próximos, mais relevantes e recentes. É preciso um trabalho espartano de registrar seus dados e organizar na agenda e nos cartões de visita que recebemos. O segundo passo é enxergar como podemos agrupar nossos contatos por semelhança e entender como podemos ajudar algumas pessoas individualmente, quando possível, e como podemos ajudar cada grupo. O caminho da manutenção das relações profissionais parte de uma postura voltada para a ajuda. É o que se chama de parceria, é muito mais fácil fechar um bom acordo quando você busca entregar mais do que receber. Em termos de negócios, pode não ser um bom equilíbrio, mas em termos de reconhecimento, envolvimento, comprometimento e reputação junto ao parceiro certamente você se mostrará mais importante e relevante.

As redes sociais são boas ferramentas para o desenvolvimento do networking ou o contato pessoal é mais eficaz?

São ferramentas, ajudam no trabalho de gestão de dados de contatos e sua atualização. Ajuda também na coleta de mais informações sobre cada contato. Porém, a eficácia está na pessoa acima do teclado. Um ponto que tem que ficar claro: networking não vem antes de competência profissional. Primeiro é preciso ser competente na profissão e suas tarefas, isso dará credibilidade e oportunidades para relações profissionais. E é aí que entra o networking, quando o profissional sabe aproveitar as oportunidades que sua competência profissional gera. E nem sempre uma eficiência está ligada a outra. Conheço ótimos profissionais nas suas funções, que têm muitas oportunidades, mas não aproveitam por enxergarem o networking como conseqüência natural.

Postado em 03 de junho de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Pesquisa elaborada pela empresa de consultoria Deloitte mostra que 70% das empresas pesquisadas usam ou monitoram as redes sociais. Desta porcentagem, as empresas de serviços vêm em primeiro lugar (30%), seguidas pelas de varejo, bens de consumo e transporte (20%) e pelas companhias de tecnologia, mídia e telecomunicações (19%).

A maioria das empresas, contudo, ainda não atinge completamente os benefícios prometidos, não compreendem os riscos ou não conseguiram implementar o uso das mídias sociais de forma integral, em toda a empresa.

A pesquisa também mostrou que as empresas usam as mídias sociais mais como plataforma de divulgação do que como um canal de relacionamento com seus clientes.

Intitulada “Mídias sociais nas empresas – O relacionamento online com o mercado”, a pesquisa ouviu 302 empresas de diversos segmentos e portes econômicos que atuam no Brasil. Pouco mais de 50% das empresas participantes são de pequeno porte, enquanto que empresas de médio e grande porte representam 26% e 22% da amostra, respectivamente.

A Deloitte também visitou dez empresas para a realização de entrevistas qualitativas: Accor Hospitality, Azul, Boehringer Ingelheim, Bradesco, Editora Globo, IBM, Natura, Nokia, Roche e Tecnisa.

Abaixo, os pontos mais importantes da pesquisa.

As ferramentas mais populares: redes sociais, Twitter e blogs corporativos

De acordo com a pesquisa, a ferramenta mais popular entre as empresas que utilizam as mídias sociais são as redes sociais, com 81%, seguida do Twitter, com 79%. Porém, ressalta o documento, “com o ritmo de crescimento que vem ganhando no Brasil, o Twitter deverá ultrapassar as redes sociais muito em breve”.

O blog corporativo também é outra ferramenta bastante popular: 70% das empresas pesquisadas têm um.

Iniciativas mais exploradas

Ações de marketing e divulgação de produtos ou serviços (83%) e monitoramento da marca ou mercado (71%) são as duas principais iniciativas para o uso das mídias sociais.

Outras iniciativas são vendas ou captura de oportunidades (46%), suporte ao cliente, fornecedores ou parceiros de negócio (43%) e gestão do conhecimento (40%).

CRM social

A consultoria aposta que o uso do “CRM social” (CRM, customer relationship management) ganhará, muito provavelmente, força em 2010.

Objetivos

Entre os principais objetivos da participação das empresas nas mídias sociais estão o aumento da reputação da marca (85%) e geração de marketing boca a boca (82%). Além deles, estão a criação de vantagem competitiva (59%), aumento da fidelidade do cliente (57%) e aumento de vendas (57%).

“A redução de custo nas operações de relacionamento com o cliente”, afirma o documento, “está entre os objetivos menos buscados pelas empresas.”

Outro trecho diz ainda que “ações que se baseiam fortemente em relacionamento entre pessoas, como vendas, captura de oportunidades, suporte aos clientes, integração de equipes e desenvolvimento de produtos colaborativo são as menos priorizadas pelas empresas brasileiras”.

Ou seja: as empresas usam as mídias sociais mais como plataforma (de divulgação/marketing) do que como um canal de relacionamento.

Modismo?

Para 35% das empresas que participaram da pesquisa, o uso das mídias sociais deve-se à repercussão dada pela imprensa, porém a busca pelos benefícios associados às mídias sociais é o principal fator que levou as empresas a usarem-nas em seus negócios (54%).

Quem comanda é o marketing

Em 73% das organizações, quem comanda as iniciativas nas mídias sociais é o marketing.

“O que surpreende, negativamente, é a falta de envolvimento da diretoria e do departamento de comunicação na liderança das ações em mídias sociais”, diz um trecho do documento.

Mensuração, métricas e resultados

Entre as formas de mensuração mais utilizadas estão o monitoramento do número de usuários, usuários ativos, visitantes ou visitantes recorrentes (71%), a visualização de páginas (63%), a freqüência das visitas (59%) e o tempo de permanência no site (52%).

A conclusão da pesquisa é que as empresas focam na mensuração de indicadores operacionais e não estratégicos ou financeiros.

Barreiras para a utilização das mídias sociais

Entre as empresas que estão fora das mídias sociais, 53% afirmam que a dificuldade de mensurar e monitorar os benefícios é a principal barreira para a utilização destas ferramentas.

“Os resultados da pesquisa demonstram que as empresas brasileiras pouco utilizam as mídias sociais como um pilar estratégico para seus negócios”, diz trecho da pesquisa.

Postado em 10 de março de 2010 por Carlos Eduardo Moura

O Ponto 1, fundado em 1978 e bar mais tradicional do distrito de Barão Geraldo (Campinas), renovou seu contrato com a Happy Hour Comunicação. A agência atende o bar desde março de 2008, quando assumiu com a missão de renovar a cara do bar. Uma série de ações foi desenvolvida - assessoria de imprensa, novo site (e desenvolvimento de uma newsletter mensal), novo cardápio, estudo de mercado entre outros.

O trabalho rendeu frutos, tanto que, na edição 2009/2010 da revista "Veja Campinas", o Ponto 1 foi eleito o melhor boteco da cidade.

Para 2010, a Happy Hour pretende construir um novo site para o bar, assim como um cardápio diferenciado. Iremos também intensificar a presença do bar nas redes sociais - utilizando o blog do bar, perfil no Twitter, Orkut e Facebook, além de newsletter mensal totalmente reformulada com as novidades da casa.

Postado em 28 de outubro de 2009 por Equipe Happy Hour

Com mais de 50 milhões de pessoas cadastradas no mundo, o Twitter é um microblog, uma espécie de mural de recados, onde o usuário se cadastra e pode escrever em até 140 caracteres uma pequena mensagem sobre qualquer coisa - os tweets (pio, em inglês) ou, na versão aportuguesada, tuítes. Quem é seguidor consegue ler diretamente em sua conta (ou timeline, para os iniciados) as mensagens escritas por outros usuários.

Pesquisas mostram que 15% dos internautas brasileiros utilizam a ferramenta, o que coloca o país à frente (percentualmente) de países do primeiro mundo, como Estados Unidos (10,69%), Reino Unido (9,36%), Austrália (5,36%) e Alemanha (4%). Personalidades brasileiras como Luciano Huck, William Bonner, Rubens Barrichello e Mano Menezes aderiram ao mecanismo e fazem grande sucesso.

Políticos também usam a ferramenta como forma de se aproximarem de seus eleitores. Exemplo? Barack Obama (o precursor), José Serra, Aloízio Mercadante e por aí vai. Recentemente, a revolta da população durante as eleições no Irã foi transmitida em tempo real pelo Twitter, já que jornalistas e veículos tradicionais estavam impedidos de enviar notícias para fora do país.

E as empresas nisso? Marcas globais como Dell, Starbucks, Nokia e brasileiras, como Camiseteria.com, Cultura Inglesa, Tecnisa, entraram na onda e estão tuitando suas notícias, promoções e ideias e se perguntam cada vez mais como utilizar o potencial das redes sociais em favor de suas marcas. Essas empresas perceberam que mecanismos como Twitter, Facebook e blogs são excelentes ferramentas para se aproximar dos clientes e gerar negócios, muito melhores do que veículos tradicionais como a TV, por exemplo.

Uma das principais vantagens do Twitter, diz seu guia para marcas, é a chance de a companhia se comunicar de modo casual e espontâneo com o consumidor. Afinal, a mensagem não é intrusiva – só a lê quem é seguidor da empresa.

O guia ainda traz mais dicas: deixe sempre um meio de contato, como e-mail; preste atenção ao que dizem de sua marca, seus produtos e serviços; procure encaminhar reclamações para que sejam logo resolvidas; seja rápido no retorno; adote um tom casual nas mensagens; compartilhe os projetos da empresa; ofereça bônus e descontos; e, por último, mas não menos importante, não pratique SPAM.

É bom mesmo as empresas prestarem mais atenção à internet e às redes sociais. O Ibope divulgou recentemente uma pesquisa que mostra que para a população jovem a TV deixou de ser o meio de comunicação mais importante.

Para a faixa etária de 10 a 17 anos, o computador com acesso à internet é o aparelho mais relevante, seguido pela TV e telefone celular. Dos 18 aos 24 anos, vem celular, computador com internet e só depois a TV. Portanto, a internet será a principal ferramenta de comunicação num futuro próximo e as redes sociais, como Twitter e Facebook, onde o burburinho acontecerá. Estar presente desde já pode garantir um futuro promissor às empresas que souberem aproveitar oportunidades.

Acompanhe a Happy Hour no Twitter: www.twitter.com/happyhour_com.

UPDATE: O artigo foi publicado na edição 11 de novembro de 2009 no jornal "Correio Popular", de Campinas (SP). Clique aqui para ver.