Jornalismo

Postado em 27 de abril de 2011 por Carlos Eduardo Moura

A revista "Veja", de algumas semanas atrás, publicou uma entrevista interessante (A rede está melhorando os jovens) com o Don Tapscott, autor de livros como "Geração Digital" e "Wikinomics".

Vale a leitura.

Dois trechos me chamaram a atenção:

Os pais nunca devem substituir o tempo que passam comseus filhos por um computador. A chave de uma boa educação ainda é a leitura e as brincadeiras com as crianças.

As escolas tradicionais estão vivendo um impasse. A maior parte utiliza os mesmos métodos há séculos e a Geração Net não está nem um pouco interessada em ser testada a cada mês para ver se está memorizando as matérias dentro das regras. A garotada quer adquirir conhecimento e habilidade por meio das próprias descobertas.Os professores devem ser seus co-navegadores.

don tapscott
Postado em 13 de abril de 2011 por Carlos Eduardo Moura

Tivemos o prazer de entrevistar para o jornal do Sescon de abril o economista Ricardo Amorim, da Ricam Consultoria e comentarista do Manhattan Connection (GloboNews, domingos, às 23h).

Como a entrevista ficou bem bacana, publicamos aqui na íntegra o bate-papo. Boa leitura!

(Aliás, jornal do Sescon que é um belo exemplo de marketing de conteúdo.)

Brasil: melhor período da história, porém incapaz de ditar o próprio destino

Quais são as possibilidades de a inflação voltar? O Banco Central agiu de forma correta ao diminuir de uma forma menos agressiva os juros e deixar a inflação correr um pouco mais solta para manter um crescimento maior? Quais as perspectivas do Brasil nos próximos anos?

Ricardo Amorim

Para responder a estar e a outras perguntas, o Boletim Sescon Campinas entrevistou o economista Ricardo Amorim, presidente da Ricam Consultoria (www.ricamconsultoria.com.br) e comentarista do programa Manhattan Connection (GloboNews, domingos às 23h).

Para o economista, o BC deveria ser mais enérgico ao lidar com a inflação. Com relação ao futuro, Amorim afirma que “o cenário externo, ao longo das próximas décadas, nos é tão favorável que nós estamos quase que condenados a dar certo” e que, do ponto de vista da geração de oportunidades, a década será a melhor da história brasileira. Porém faz o alerta: “A gente continua a ser incapaz de ditar o próprio destino”.

Por Carlos Eduardo Moura

É possível crescer com taxas boas e a inflação um pouco acima da meta?

A primeira coisa que temos de fazer é definir o que são taxas boas de crescimento. E aí é preciso olhar por uma perspectiva histórica. O Brasil sustentou, durante 80 anos, do início do século XX até 1979, uma média de crescimento de 7% ao ano.

Aí veio a inflação.

Sim, também. A partir da década de 1980 até 2003, houve duas coisas. Primeiro a aceleração da inflação, até 1994. Depois, crescimento contínuo muito baixo. O crescimento médio durante este período foi de 2,4% ao ano. De 2004 pra cá, o crescimento brasileiro dobrou. E isso com inflação dentro da faixa da meta a maior parte do tempo. Eu acredito que o Brasil tem condições de sustentar crescimento próximo a 5% sem gerar pressões inflacionárias.

Mesmo hoje?

Neste momento específico, isso não é verdade. Não é verdade pelo seguinte: o Brasil está desacelerando de uma taxa de crescimento que foi maior que 5%. Por conseqüência, a gente teve pressão inflacionária, causada pelo crescimento acelerado. Além deste quadro de inflação de demanda, a gente está tendo um impacto de uma inflação de oferta, que se soma à alta dos preços dos alimentos. Hoje, para que a inflação fique na meta, a taxa de crescimento teria de ser menor do que 5%. O governo está fazendo uma opção que é a seguinte: vamos desacelerar mais lentamente, aceitando que a inflação permaneça em níveis mais elevados por um período um pouco maior. É uma opção política.

Essa opção política pode trazer que resultados? Não é arriscada?

Se for mantida por um período longo, a gente corre o risco, sim, de acabar tendo a expectativa de que a inflação vai ser mais alta porque o BC vai ser menos duro com a inflação. E, por conseqüência, a expectativa de uma inflação mais alta faz com que os agentes reajustem mais os preços e a inflação acabe efetivamente sendo mais alta. Em um segundo momento, para fazer com que a inflação volte a níveis anteriores, vai ser preciso juros mais altos do que seriam necessários agora. E aí o resultado é menos crédito e menos crescimento. É uma estratégia que traz riscos. Se for usada por um período curto e justificada por um choque de ofertas, que não se resolve com o aumento de juros, tudo bem. Agora, se isso passar a ser algo político, independentemente das causas da inflação, a gente vai acabar com um problema.

E qual é a sua avaliação sobre esta estratégia?

Na minha opinião, há um erro de estratégia, tanto econômico quanto político. Quanto mais tempo se demora a responder esse processo de elevação inflacionária, maior vai ter de ser a resposta depois. Do ponto de vista político, o melhor momento para um governo adotar medidas duras é logo depois das eleições. Então, o fato de o BC ter elevado menos os juros agora e potencialmente ter de elevar mais no futuro pode criar dificuldades políticas, que dificultarão um aumento maior no futuro. E eventualmente a gente pode estar às vésperas de uma eleição... E uma possível desaceleração da economia, que seria causada pelo aumento de juros, teria impactos eleitores importantes. Do meu ponto de vista, essa política adotada agora está errada. O BC deveria ser mais e não menos agressivo.

Você disse recentemente que esta pode ser a melhor década da história brasileira. Confere? Por quê?

Do ponto de vista de geração de oportunidades, eu acredito, sim, que esta será a melhor década da história brasileira. Quando eu falei que o crescimento brasileiro dobrou, de 2004 para cá, eu não explicitei o porquê. Isso foi reflexo de uma mudança em toda a organização da economia mundial. É o que eu chamo de nova ordem econômica global, onde China e Índia têm cada vez mais importância. O que mudou? Houve uma explosão de demanda por matérias-primas e o Brasil é um grande produtor e exportador. Isso significa mais entrada de dinheiro. Este é o primeiro aspecto. O segundo é tão importante quanto. Quando se começa a levar a produção de praticamente tudo para os países emergentes, os custos caem. E isso ajudou, ao longo da última década, em um processo de desinflação. Eu brinco que a China exporta desinflação para o resto do mundo. Com mais produtos cada vez mais baratos, isso faz com que se contrabalancem outras pressões inflacionárias. E a conseqüência é que se pode ter taxas de juros mais baixas. No Brasil e no mundo. No caso brasileiro, que tinha juros muito mais altos do que outros países, é que isso permitiu uma expansão de crédito, algo que a gente não tinha há décadas – e que por sua vez levou a esse crescimento nos setores que vendem produtos com valor unitário alto.

E o Brasil nesta história?

A gente vive em um processo favorável ao Brasil. A gente vai ter Copa do Mundo e Olimpíadas nos próximos anos, que vão atrair investimentos em infra-estrutura, que vão ajudar a exponencializar mais esse crescimento. Soma-se a isso o pré-sal. O Brasil começou também a atrair mais mão-de-obra. Muitos estudantes que estavam fora estão voltando ao Brasil, porque as oportunidades aqui são melhores do que lá fora. O país está começando a atrair estrangeiros para vir trabalhar aqui. Os cérebros que estão vindo vão ajudar neste processo de crescimento e desenvolvimento. A gente entrou em um processo virtuoso. Durante uma geração inteira, entre 1980 e 2003, a gente estava num círculo vicioso, foi uma geração perdida.

Com relação às reformas, você vê alguma luz para que elas aconteçam nos próximos anos? Qual a importância destas reformas para esse círculo virtuoso continuar?

As reformas seriam fundamentais não porque eu acredito que a falta delas vai impedir que a gente permaneça neste círculo virtuoso. O cenário externo, ao longo das próximas décadas, nos é tão favorável que nós estamos quase que condenados a dar certo. Agora, dar certo é uma história relativa. Quando eu falo que a gente tem condições de crescer a 5%, isso é bom ou ruim? Em relação ao passado recente é ótimo, é o dobro da média dos últimos 25 anos. Em relação à média de 80 anos, até 1979, de 7%, é ruim. É o copo meio cheio e meio vazio. As reformas poderiam encher mais esse copo. Com as reformas, a gente poderia sustentar crescimento de 6 ou 7% ao ano. Agora, eu sou pessimista quanto à nossa capacidade de fazê-las.

Existe um risco de desaceleração de China e Índia? Como isso afetaria o Brasil?

Imaginemos que, de uma hora para outra, e não é o que eu acredito que vá acontecer, esse movimento democrático no oriente médio se alastrasse pra China e causasse uma ruptura e a economia chinesa passasse por um grande colapso. O que aconteceria? O Brasil afundaria junto. O Brasil era uma economia extremamente dependente dos EUA. Nos últimos dez anos, o nosso círculo de dependência mudou. A gente passou a depender mais da China e menos dos EUA. Mas a gente continua, justamente pela falta das reformas, a ser incapaz de ditar o próprio destino. Nós éramos o rabo do cachorro dos EUA e agora somos o rabo do cachorro da China. Nós não somos o cachorro. Nós não estamos definindo para onde a gente vai. Nós estamos sendo levados. Por sorte, o cachorro chinês está indo para um lado que nos ajuda. Mas se ele tiver algum problema, a gente vai sentir.

Postado em 17 de junho de 2010 por Carlos Eduardo Moura

A edição de domingo passado (13/06/2010) do jornal "Correio Popular", de Campinas, trouxe uma boa matéria sobre o mercado de luxo na cidade. Entre as marcas citadas, a Elettromec, cliente da Happy Hour desde 2008 e que recentemente abriu uma loja-conceito no shopping Parque D. Pedro.

Leia a matéria O luxo mora logo ao lado em nosso clipping.

Página B4

Postado em 13 de maio de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Como, de fato, funciona o trabalho da assessoria de imprensa? Explicaremos, neste post, como funciona, sem censura e sem cortes (como você nunca viu na televisão brasileira)...

O que segue abaixo é um resumo de como é realizado o serviço de assessoria de imprensa. Para cada cliente ou situação, uma estratégia é elaborada e seguida.

Conhecer o negócio do cliente é fundamental

O primeiro passo para realizar um bom trabalho de assessoria de imprensa é conhecer muito bem o cliente. Isso inclui, antes de o trabalho começar pra valer, ler e compreender o máximo que puder sobre a área na qual a empresa atua.

Depois, é preciso ler mais um pouco e conversar bastante com o cliente, para realmente entender muito do negócio.

Acompanhamento do setor

O passo seguinte é ficar atento ao que acontece naquele setor, para acompanhar as pautas do momento e pescar oportunidades de o cliente aparecer na mídia. Um bom trabalho de assessoria de imprensa diferencia-se neste ponto, ao relacionar-se com jornalistas e enviar pautas adequadas e relevantes a eles. Com o passar do tempo, os jornalistas passam a procurar a assessoria de imprensa, buscando fontes para suas matérias.

Além disso, cada veículo tem critérios diferentes de seleção de assuntos e de abordagem. É importante conhecer a linha editorial de cada veículo para saber como e o que falar com cada jornalista. Por isso, este acompanhamento é fundamental para um bom trabalho de assessoria de imprensa.

Pautas e relacionamento

Os releases são o principal meio de comunicação entre os assessores de imprensa e os jornalistas de redação. Não o único, porém. Como já dissemos, o relacionamento é fundamental no negócio.

Contudo, antes da produção do release vem a reunião de pauta, que é quando discute-se o que está sendo notícia naquele momento e levanta-se assuntos pertinentes para serem trabalhados. Aqui na Happy Hour, nossa reunião de pauta acontece toda segunda e, sempre que preciso, uma nova reunião acontece na quarta ou na quinta, para acompanhamento do trabalho. Nesta reunião, definimos como iremos trabalhar cada release e como se dará o relacionamento com os jornalistas.

Um bom release e artigos opinativos

Sem um bom gancho jornalístico não há release que emplaque. O gancho jornalístico é o novo, o diferente, aquilo que dará o click na cabeça do jornalista e o fará pensar "Vou escrever uma matéria sobre isso".

Um bom release nasce de uma boa reunião de pauta, que nasce do acompanhamento de perto do setor do cliente. E, claro, o release deve cumprir sua função básica, que é trazer o maior número de informações relevantes aos jornalistas.

Outro recurso interessante é a produção de artigos para envio às editorias de opinião.

Um mailing atualizado

Ok, depois de ler muito sobre o cliente, acompanhar o setor de perto, elaborar boas pautas e releases, o passo seguinte é enviar o material aos jornalistas. Mas como isso é feito?

Citaremos mais uma vez nosso caso. Trabalhamos com o mailing de jornalistas da Maxpress, empresa pioneira e líder no fornecimento de soluções para comunicação empresarial. Desta forma, temos a certeza de que os releases serão enviados para jornalistas e e-mails válidos, com baixa taxa de contatos inválidos.

Fato muito comum (e é meio constrangedor ter de dizer isso...) em assessorias de imprensa voltadas a pequenas empresas: o mailing está desatualizado, pois ou foi adquirido uma vez e nunca mais atualizado ou foi levantado via internet.

Relacionamento e follow-up

Temos um mantra: não enviar à imprensa releases ruins, fracos de conteúdo ou que nunca seriam usados. É melhor não mandar nada a mandar material ruim. Esta postura faz com que o jornalista saiba que da Happy Hour Comunicação, por exemplo, só chegam releases e pautas boas.

Dito isto, o relacionamento que o assessor de imprensa desenvolve com jornalistas ajuda na hora de emplacar matérias ou notas em colunas. Além disso, em alguns casos se faz necessário o recurso do follow-up, no qual o assessor liga para o jornalista e trava uma conversa sobre a pauta.

De acordo com a força da pauta, pode-se "vendê-la" com exclusividade para determinado veículo.

Relatórios e mensuração

Ao final de cada ciclo de trabalho (mensal, na maioria dos casos) de assessoria de imprensa, deve-se fazer um relatório das atividades feitas: os releases enviados, as solicitações e o que foi publicado. Para empresas que dispõem de mais recursos financeiros e que conquistam mais espaços na mídia, aconselha-se um trabalho profissional de clipagem, como os serviços oferecidos pela Oficina de Clipping, por exemplo.

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O que é assessoria de imprensa e quais os benefícios

Quem pode ter uma assessoria de imprensa

As diferenças entre assessoria de imprensa e propaganda

Postado em 11 de maio de 2010 por Carlos Eduardo Moura

As pessoas, de um modo geral, não sabem exatamente como funciona e como é realizado o trabalho de assessoria de imprensa. Em primeiro lugar, cabe dizer que assessoria de imprensa é diferente de propaganda ou de qualquer outra forma de publicidade paga.

A assessoria de imprensa visa conquistar mídia espontânea, isto é, gratuita. Quando enviamos um press-release para um jornal, por exemplo, o jornalista publica o que quiser, da forma que julgar mais apropriado. Já a propaganda é publicada mediante pagamento e é o cliente/agência quem publica da forma que achar mais conveniente. Simples assim.

É preciso dizer também que uma reportagem ou entrevista tem mais credibilidade do que um anúncio (propaganda). O espaço editorial não tem preço (pelo menos para os veículos sérios). Uma reportagem em um veículo sério leva consigo a credibilidade daquele veículo.

Já o anúncio não traz a credibilidade do veículo, pois o espaço foi comprado. Além disso, uma boa matéria ou entrevista em um veículo importante é capaz de alavancar negócios e trazer ganhos de imagem à empresa.

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O que é assessoria de imprensa e quais os benefícios
Quem pode ter uma assessoria de imprensa

No próximo post: Como é o trabalho de assessoria de imprensa

Postado em 06 de maio de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Afinal, quem pode ter uma assessoria de imprensa?

Este ano, recebemos alguns pedidos de envio de orçamento para os serviços de assessoria de imprensa, principalmente depois de nos cadastrarmos no Empreendemia, rede social voltada a empresas.

Muita gente tem empresa e quer ser notícia. E a velha pergunta nos é feita: vou ser notícia, vou aparecer no "Estadão", na "Folha", na "Exame", todo mundo vai fazer matéria sobre a minha empresa? Bom, a resposta, na grande maioria dos casos, é: não.

Não basta uma empresa contratar a melhor agência de assessoria de imprensa do mundo ou contratar um assessor de imprensa free-lancer e achar que vai aparecer com frequência na mídia.

Os jornalistas procuram para suas matérias empresas diferenciadas, que tenham um produto/serviço único ou notável. É por isso que, muitas vezes, temos a impressão de que só determinadas empresas aparecem na mídia. Isso se deve, em parte, ao trabalho de assessoria de imprensa feito, que potencializa a imagem da empresa na mídia, através de envio constante de releases e também do relacionamento que o assessor desenvolve com os jornalistas.

Por isso, nosso recado é curto: se sua empresa tem um serviço diferente ou diferenciado, notável, único, invista em assessoria de imprensa! (Fale com a gente ou peça uma proposta.)

(E falamos aqui tendo em vista micro, pequenas e médias empresas; assessoria de imprensa para grandes empresas é outra história.)

Leia o post anterior: O que é assessoria de imprensa e quais os benefícios

No próximo post: As diferenças entre assessoria de imprensa e propaganda

Postado em 03 de maio de 2010 por Carlos Eduardo Moura

Muita gente nos pergunta: o que minha empresa ganha ao ter uma agência de comunicação executando serviços de assessoria de imprensa? A pergunta é normal e sempre nos esforçamos muito em respondê-la, afinal, a assessoria de imprensa é nosso principal serviço (aliás, que tal uma passada em nossa página de serviços?) e pode gerar um resultado excepcional para o cliente.

Iniciamos hoje uma série de posts que falará sobre assessoria de imprensa: o que é, para quem é indicada, os benefícios, a diferença entre outros tipos de comunicação, como é feito o trabalho, quanto custa, qual o retorno etc.

No próximo post: quem pode ter uma assessoria de imprensa.

O que é e o que não é assessoria de imprensa

Em poucas palavras: a assessoria de imprensa visa conquistar mídia espontânea (gratuita) nos veículos de comunicação, através do envio de press-releases ou sugestões de pauta aos jornalistas. Cabe ao assessor de imprensa manter um bom relacionamento com jornalistas, tendo em vista colocar seu cliente no maior número de publicações possível.

Um trabalho continuado de assessoria de imprensa permitirá à empresa criar um vínculo de confiança com os veículos de comunicação e sedimentar sua imagem de forma positiva na sociedade.

Cabe dizer que assessoria de imprensa não é departamento de vendas, nem "lobista" e muito menos comprador de espaço editorial - ou seja, não há garantias que de o assessor consiga espaços na mídia.

E o que é um press-release? É um texto com caráter jornalístico, que é enviado aos jornalistas, visando sensibilizá-los sobre o assunto em destaque. O apelo de um press-release deve ser noticioso e pertinente à pauta dos veículos para o qual é enviado. (Mais à frente, discutiremos como o trabalho de assessoria de imprensa é feito.)

Benefícios da assessoria de imprensa

Como apontamos em nossa página sobre assessoria de imprensa, os principais benefícios de se contar com os serviços de assessoria de imprensa são:

  • visibilidade na imprensa (sem precisar pagar);

  • ganho de reputação e fortalecimento de marca;

  • difusão de informações positivas;

  • possível alavancagem nas vendas (abre portas para possíveis clientes que nunca ouviram falar de você);

  • e a empresa será mais encontrável nos mecanismos de busca, já que o material enviado pela assessoria é publicado em sites e portais e ficará arquivado por muito tempo.

No próximo post: quem pode ter uma assessoria de imprensa.